A violência contra motoristas de aplicativo tem aumentado de forma preocupante nas grandes e médias cidades brasileiras. Assaltos, sequestros, agressões físicas e até homicídios fazem parte da rotina de quem trabalha nas ruas sem qualquer proteção institucional.
Motoristas afirmam que operam diariamente em áreas de risco, muitas vezes pressionados pelos próprios aplicativos a aceitarem corridas sem informações claras sobre destino ou perfil do passageiro. Mesmo após ocorrências graves, o suporte oferecido costuma ser limitado a respostas automáticas.
A ausência de políticas efetivas de segurança e a falta de integração entre plataformas e autoridades públicas deixam o trabalhador completamente vulnerável. Para muitos, desligar o aplicativo após o anoitecer se tornou questão de sobrevivência — ainda que isso comprometa a renda.
Representantes da categoria cobram medidas urgentes, como identificação mais rigorosa de usuários, canais rápidos de emergência e participação das empresas na proteção de quem gera seu faturamento.
Violência contra motoristas de aplicativo cresce e revela cenário alarmante nas cidades
